quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Apreciação da ida à escola preparatória du Bocage

  No passado dia 12 de novembro, dirigimo-nos no âmbito das disciplinas de português e literatura portuguesa, à escola básica 2/3 du Bocage com a finalidade de proporcionar a duas turmas uma apresentação sobre Bocage em homenagem aos 250 anos do seu nascimento e sobre a disciplina de literatura portuguesa. A nossa turma, 11ºI, foi dividida em dois grupos e as apresentações foram realizadas separadamente.
  A primeira apresentação ficou aquém das expetativas. O grupo estava tenso, uma vez que nunca havíamos feito tal coisa e dado que não nos foi possível arranjar horário para fazer um ensaio em que estivesse presente o grupo completo de modo a ajustarmos o que cada um deveria dizer.
  Além disso, o público não se mostrou interessado nem recetivo e sentimos que estavam um pouco distantes, chegando mesmo a ter uma atitude de desrespeito para conosco.
  Todavia, a apresentação do segundo grupo decorreu, em relação à nossa, de forma mais descontraída. A nossos olhos, o grupo sentiu-se mais à vontade, talvez pelo facto de a audiência transmitir outro tipo de confiança, o que também permitiu uma maior proximidade e interação entre ambos.
  Como já foi referido, foi algo novo para nós e, apesar de pertencermos ao primeiro grupo e considerarmos que a apresentação poderia ter sido melhor, sentimos que foi uma experiência enriquecedora que será uma mais valia para o nosso futuro.

Adriana Fernandes, Teresa Raposo

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Paula Vicente de "Um Auto de Gil Vicente"

  Eu, Paula Vicente, filha de um grande poeta Gil Vicente, estou aqui para contar a minha história.
  Sou uma comediante vivo para esta profissão, mas sinto-me injustiçada, pois a minha profissão não é valorizada pelas pessoas. Também não era, de todo, esta a vida que desejava para mim. Com esta profissão nada é o que parece, pois não me posso expressar à minha maneira, é tudo a fingir. 
  Tornei-me criada de D.Beatriz e éramos bastante amigas. No entanto, as suas confidências em relação a Bernardim custavam-me muito, pois ambas tínhamos uma paixão imensa por este poeta, porém todo o seu pensamento era para D.Beatriz. Estou magoada por Bernardim não sentir o mesmo que eu...
  Apesar de não ser correspondida, eu apoio, incondicionalmente, o relacionamento entre os dois, ajudando-os a encontrarem-se sem que ninguém desconfiasse.