"Homenagem ao Papagaio Verde", do livro "Os Grão-Capitães" foi o livro que apresentei no âmbito da disciplina de literatura.
Neste conto, o narrador reflete sobre o seu passado, nomeadamente, a sua infância e pré-adolescência. Nesta história há uma grande cumplicidade com uma ave que se tornou o centro do seu mundo.
A meu ver, este conto é único, porque nos transporta para um mundo afetivo em que há uma dependência que, vai crescendo, entre um papagaio, um mero animal de estimação, e uma criança. Esta aproximação acontece devido a várias situações. Uma delas é o facto de não ter uma relação muito próxima com os seus pais. A função do papagaio acaba por ser o preenchimento da ausência de uma figura humana. Mas o animal acaba por morrer devido a uma doença.
A parte que eu mais gostei foi o fim, porque o narrador já é adulto e confessa que ao longo da vida, sempre que tem problemas há um anjo da guarda que o consola e esse anjo da guarda tem asas verdes.
Eu gostei bastante deste conto, como já referi anteriormente para mim é único, porque se pôde assistir a uma progressiva aproximação entre um animal e o rapaz. Mais uma vez se vê que os animais são uma grande companhia para as pessoas, sobretudo para os que sofrem de solidão.
sábado, 14 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
"Silêncio", de Sophia de Mello Breyner Andersen
"Silêncio", do livro "Histórias da Terra e do Mar" foi o conto que apresentei no âmbito da disciplina de português.
Este conto apresenta-nos uma mulher chamada Joana, que está a lavar a loiça de forma metódica, sentindo que ao lavá-la limpava a sua alma. O ambiente que a envolvia era de tranquilidade e tudo se encontrava no seu devido lugar. A certa altura Joana vai à janela e aprecia a noite calma e serena que estava, até que derepente ouviu um grito de uma mulher. Era um grito angustiante e mostrava desespero, que acaba por perturbar a harmonia de Joana.
O conto "Silêncio" prova que o ser humano é influenciado pelo mundo que o rodeia e leva-nos a refletir acerca do que nos preocupa, o que nos torna felizes ou infelizes, visto que a felicidade e a tranquilidade de Joana foram afetadas pelo sofrimento de uma mulher desconhecida.
Este conto apresenta-nos uma mulher chamada Joana, que está a lavar a loiça de forma metódica, sentindo que ao lavá-la limpava a sua alma. O ambiente que a envolvia era de tranquilidade e tudo se encontrava no seu devido lugar. A certa altura Joana vai à janela e aprecia a noite calma e serena que estava, até que derepente ouviu um grito de uma mulher. Era um grito angustiante e mostrava desespero, que acaba por perturbar a harmonia de Joana.
O conto "Silêncio" prova que o ser humano é influenciado pelo mundo que o rodeia e leva-nos a refletir acerca do que nos preocupa, o que nos torna felizes ou infelizes, visto que a felicidade e a tranquilidade de Joana foram afetadas pelo sofrimento de uma mulher desconhecida.
quinta-feira, 12 de março de 2015
"Búzio de Cós", de Sophia de Mello Breyner Andersen
"Búzio de Cós" foi o livro que apresentei no âmbito da disciplina de literatura.
Neste livro, Sohpia, na maior parte dos poemas refere-se ao mar e à natureza, por isso penso que eram dois elementos bastante importantes para a autora e era através deles que se inspirava. Também se nota uma grande admiração pela antiguidade clássica, referindo-se a locais situados na Grécia, como os museus gregos e as colunas clássicas.
Há alguns poemas que são muito breves e por isso não os percebi muito bem, mas apesar disso, gostei bastante deste livro, principalmente de um poema "Era o tempo".
"Era o tempo das amizades visionárias
Entregues à sombra à luz à penumbra
E ao rumor mais secreto das ramagens
Era o tempo extático das luas
Quando a noite se azulava fabulosa e lenta
Era o tempo do múltiplo desejo e da paixão
Os dias como harpas ressoavam
Era o tempo de oiro das praias luzidias
Quando a fome de tudo se ascendia."
Este transmitiu-me alguma tranquilidade e harmonia, ligados à recordação de um passado feliz, em que havia amizade e paixão.
Neste livro, Sohpia, na maior parte dos poemas refere-se ao mar e à natureza, por isso penso que eram dois elementos bastante importantes para a autora e era através deles que se inspirava. Também se nota uma grande admiração pela antiguidade clássica, referindo-se a locais situados na Grécia, como os museus gregos e as colunas clássicas.
Há alguns poemas que são muito breves e por isso não os percebi muito bem, mas apesar disso, gostei bastante deste livro, principalmente de um poema "Era o tempo".
"Era o tempo das amizades visionárias
Entregues à sombra à luz à penumbra
E ao rumor mais secreto das ramagens
Era o tempo extático das luas
Quando a noite se azulava fabulosa e lenta
Era o tempo do múltiplo desejo e da paixão
Os dias como harpas ressoavam
Era o tempo de oiro das praias luzidias
Quando a fome de tudo se ascendia."
Este transmitiu-me alguma tranquilidade e harmonia, ligados à recordação de um passado feliz, em que havia amizade e paixão.
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